Chile

Nano Stern recorre el continente con su Gira Lucero.

Acaba de presentarnos una nueva propuesta musical como adelanto del disco que lanzará oficialmente a mediados de este año. Se trata del sencillo titulado “Demasiada información” con el que se encuentra recorriendo diversos escenarios de Estados Unidos, México, Argentina, Perú y Chile, como parte de la Gira Lucero que comenzó el 25 de abril recién pasado en Chicago.

La nueva cara sonora del músico nacional, marca su reencuentro con las guitarras más punzantes revelando la faceta rockera con la que comenzó a desarrollarse en la música y que rescató para el álbum que da nombre a la serie de conciertos que se encuentra realizando.

Luego de su presentación en Chicago, Nano Stern llevó su música hasta Stanford el sábado 28 de abril, y ya prepara sus próximos shows confirmados para Estados Unidos (viernes 4 de mayo en Elebash Recital Hall, New York y domingo 6 de mayo en The Rockwell, Somerville); México (miércoles 9 de mayo en el Foro Tejedor de Ciudad de México, jueves 10 de mayo en el Foro Landó de Toluca y viernes 11 de mayo en el Foro 19 40 de Puebla); y Argentina (miércoles 30 de mayo en el Espacio 75 de Córdoba, jueves 31 de mayo, en la Plataforma Lavardén de Rosario, viernes 1 de junio en el Galpón La Grieta de La Plata, sábado 2 de junio en La Trastienda de Buenos Aires, y domingo 3 de junio en el Centro Cultural La Colombiana de Mendoza).

Esta serie de presentaciones también traerá al cantautor de vuelta a nuestro país para mostrar en vivo este nuevo disco el sábado 16 de junio en el Aula Magna Arzobispal de Concepción y una semana después se realizará el lanzamiento oficial del álbum Lucero con un concierto programado para el sábado 23 de junio en la Cúpula Multiespacio (Ex Teatro La Cúpula del Parque O’Higgins), evento que tiene sus entradas a la venta a través de Ticketek.

Nano Stern continuará su Gira Lucero con su presentación en el Festival Selvámonos de Oxapampa, Perú, el día viernes 29 de junio, para seguir mostrando su música en vivo durante el segundo semestre de 2018.

Recordemos que Lucero es un disco que se grabó en Estudios del Sur durante agosto de 2017 por el destacado ingeniero y productor musical Tony Platt, reconocido por su amplia trayectoria, en la que ha trabajado con artistas como AC-DC, Bob Marley, Iron Maiden y Motörhead.

Paraguay

El sábado 24 de febrero se celebra el Día Nacional del Tereré

Por Ley Nº 4261/2011 se declara Patrimonio Cultural y Bebida Nacional del Paraguay al Terere; además se estableció que se instituya el último sábado de febrero de cada año como el “Día Nacional del Tereré”, con el objetivo de proteger y fortalecer la identidad nacional.

Así mismo el artículo 3° de la mencionada normativa, faculta a la Secretaría Nacional de Cultura, a coordinar sus planes, programas y proyectos para fomentar la protección y difusión nacional e internacional del Tereré.

Este año, a partir de las 10:00 horas, en el Paseo de los Yuyos (República Francesa c/Pettirossi, en el Mercado 4, se realizará el festejo con música, canto y baile; además habrá exposición y venta del poha ñana (hierbas medicinales) y el tereré rupa con variados alimentos.

Igualmente, se conmemorará el Día de la Mujer Paraguaya, fecha en que se recuerda la Primera Asamblea de Mujeres de América- ocurrido en Asunción, el 24 de febrero de 1867; ocasión en que las participantes decidieron colaborar con la defensa de la patria entregando sus valiosas joyas y pertenencias para la causa nacional, ya que estaba en pleno desarrollo la Guerra contra la Triple Alianza.

Las contribuciones de las mujeres fueron registradas en tres tomos del «Libro de Registros de las manifestaciones de joyas y alhajas de las ciudadanas paraguayas para aumentar los elementos de la defensa de la patria», que luego fueron resumidas en el denominado “Libro de Oro”, que permaneció en el Archivo Nacional de Asunción.

Brasil

NÁ OZZETTI E A NOVA MÚSICA POPULAR BRASILEIRA

 

NÁ OZZETTI E A NOVA MÚSICA POPULAR BRASILEIRA

Por Eduardo Waack

 

Suas músicas fazem parte da trilha sonora de minha existência. Ná Ozzetti tem seu nome inscrito no panteão das grandes intérpretes brasileiras de todos os tempos. Sua simpatia, erudição e educação são proporcionais ao seu talento. Ainda me lembro quando a encontrei, num final de tarde, na fila de passagens, na estação rodoviária do Rio de Janeiro, em 1989. Ela voltava a Sampa, após apresentar-se, na noite anterior, no Circo Voador. Dei-lhe de presente meu livro “Canções do Front”. Guardo seu sorriso até hoje. Boa leitura!

 

Apresentação. Fale-nos um pouco sobre você.

— Meu nome é Maria Cristina Ozzetti, mas desde criança me chamam de Ná. O apelido foi inventado pela irmã mais nova que estava aprendendo a falar. Em 1979, quando fiz a primeira temporada de shows com o grupo Rumo, incluímos os nomes dos integrantes no programa impresso, foi aí que surgiu meu nome artístico Ná Ozzetti. Cresci num ambiente musical, seguindo o gosto das famílias de pai e mãe. Meus irmãos e eu começamos a praticar e estudar instrumentos na infância. Mais tarde, na adolescência e juventude convivi com bandas de rock e grupos de MPB e samba que meus irmãos levavam para ensaiar lá em casa. A primeira experiência em palco foi aos 15 anos, como vocalista do grupo de samba do meu irmão. Fiquei tão fascinada pela experiência que decidi ali o meu destino musical. Entrei na faculdade de artes plásticas e adorava as aulas e os professores. Foi lá que conheci a artista Edith Derdyk, que me apresentou para o grupo Rumo, e então me tornei uma cantora profissional.

 

Como a música surgiu em sua vida?

— Me empolguei na pergunta anterior e acabei respondendo esta também… Mas posso acrescentar que aprendi a escutar muitos gêneros musicais na infância e as lembranças mais remotas são todas musicais. Meu avô materno gostava de óperas e música erudita. Aos domingos meu tio animava os almoços em família tocando tarantelas no acordeom. Meu pai adorava dormir com o rádio ligado numa programação de música que tocava de Rita Pavone, Beatles a Elis Regina e Mutantes. Ficava fascinada quando ouvia os Beatles na vitrola do meu primo, essa parte era o ápice. Sempre gostei de cantar e aprendia rápido as canções. Meu irmão Dante tocava violão e cantávamos juntos. Meus outros dois irmãos também logo escolheram seus instrumentos, Marco toca guitarra, violão e cavaquinho e Marta é flautista.

 

Relembrando o grupo Rumo.

— Foi uma experiência riquíssima, um presente que ganhei da vida! Ali está grande parte da base do meu trabalho de intérprete até hoje. Adorava aquele contexto de experimentação e a proposta muito clara do canto falado, das recriações de canções antigas também, da inventividade dos arranjos. Tudo era invenção. Me identifiquei e continuo de alguma forma seguindo este caminho

 

Quais suas grandes influências e pessoas que admira?

— Ouvi de tudo desde sempre, então acabo sendo um pouco o resultado dessas influências. Mas tem artistas que coloco num pedestal e são pra mim as maiores e eternas referências: Bach, Kazuo Ohno, Fellini, Pixinguinha, Carmen Miranda, Tom Jobim, Elis Regina, Miles Davis, Billie Holiday, Beatles, Chaplin, entre outros… Também muitos que estão em plena produção, incluindo alguns que tive o privilégio de trabalhar, como André Mehmari, Zé Miguel Wisnik, Luiz Tatit, Dante Ozzetti, o pessoal do Passo Torto, e muito mais, não consigo citar todos que merecem ser citados…

 

Quantos discos solo você lançou, e que estilos abrangem?

— São quatro discos com o Rumo e doze em carreira solo, dos quais quatro em parcerias: CD e DVD “Piano e Voz” (com André Mehmari, 2005 e 2006), “Ná e Zé” (com Zé Miguel Wisnik, 2015) e “Thiago França” (com Passo Torto, 2015). Nos discos solo costumo alternar trabalhos de intérprete em projetos com temas específicos, e discos autorais e de composições inéditas de outros compositores também. “Ná Ozzetti” (1988), “Ná” (1994), “Love Lee Rita” (canções de Rita Lee, 1996), “Estopim” (1999), “Show” (sambas canções das décadas de 1940/50, 2000), “Piano e Voz” (2005 e 2006), “Balangandãs” (homenagem a Carmen Miranda, 2008), “Meu Quintal” (2011), “Embalar” (2013), “Ná e Zé” (canções de Wisnik, 2015).

 

Quais seus principais parceiros musicais, e músicos com quem tocou e gravou?

— Luiz Tatit é o mais antigo e o mais frequente, trabalhamos juntos desde 1979 no Rumo. Depois o Dante, meu irmão, que começou a trabalhar comigo em 1985 e seguimos juntos na minha discografia solo, ele como arranjador, compositor, produtor… Os músicos que tocam comigo e que conceberam e gravaram meus discos recentes Mário Manga, Sérgio Reze, Zé Alexandre Carvalho e o Dante. Zé Miguel Wisnik, Itamar Assumpção, André Mehmari e recentemente o Passo Torto, grandes e queridos parceiros. Além deles já cantei com muitos músicos como Swami Jr, Italo Peron, Jaques Morelembaum, Gabriel Improta, Benjamim Taubkin, etc., e participei de projetos com outros cantores, entre eles Zélia Duncan, Monica Salmaso, Patricia Bastos, Ceumar, Juçara Marçal, Jussara Silveira, Suzana Salles, Renato Bras… A lista é grande.

 

 

Qual sua opinião sobre o panorama cultural e musical no Brasil atual?

— Gosto muito da diversidade e da fusão de influências e gêneros. Tenho visto excelentes músicos jovens, com ideias inventivas. Há muita gente produzindo bem e de forma criativa em vários estilos e com personalidade. Precisam ser melhor valorizados, como sempre.

 

O que pensa de uma América Latina mais unida e solidária?

— Um sonho. Fundamental!

 

 

Como as pessoas podem contatá-la e apoiar ou adquirir o seu trabalho?

— Através da Circus Produções (11) 2528-4732. Se desejarem conhecer o histórico do meu trabalho, ouvir as faixas dos discos e baixar gratuitamente os discos “Ná”, “Estopim” e “Embalar”, entrem no site www.naozzetti.com.br. E também pelo facebook, instagram…

 

Quais seus planos para o futuro?

— Estou concebendo novos projetos que ainda não sei onde vão chegar. Enquanto isso, continuo me apresentando em diferentes formações.

 

 

 

https://www.youtube.com/watch?v=7LNwSdCPA0s&list=PLFYN9RSTKAWoYMc52Vnfk0KzUqEsJV5uT&index=3

 

“Adeus Batucada”, de Synval Silva. Ná Ozzetti e quarteto, 2007.

 

https://www.youtube.com/watch?v=lwxPndZ1Huw&index=8&list=PLFYN9RSTKAWoYMc52Vnfk0KzUqEsJV5uT

 

“Tico-Tico no Fubá”, de Zequinha de Abreu. Show Balangandãs, Teatro FECAP. Direção do vídeo: Guto Carvalho.

 

https://www.youtube.com/watch?v=IDq8dQ8aKkU&index=1&list=PLFYN9RSTKAWqlVEnx-Fgltj7iwAk7220J

 

“Equilíbrio”, de Ná Ozzetti e Luiz Tatit. CD “Meu Quintal”, comemorativo de seus 30 anos de carreira. Música indicada ao prêmio de Melhor Canção Brasileira do Grammy Latino 2011.

 

 

 

 

 

Ecuador

Artista ecuatoriana, invitada a la Bienal Tridimensional de Río de Janeiro 2017

Quito, diciembre de 2017.- Katya Romero es una artista visual multidisciplinaria y gestora cultural independiente con larga trayectoria que participará con su obra ‘Desde las entrañas’ en la Bienal Internacional Tridimensional de Rio de Janeiro, que se desarrollará del 17 de diciembre al 17 de marzo de 2018.

La propuesta artística, que se expresa en serpientes, orugas gigantes, boas que se entrelazan y se retuercen, será construida in situ con la ayuda de material industrial en el Parque Botánico de Río de Janeiro. El prototipo de la obra está montando en el  parque infantil del barrio La Cruz de la parroquia de El Quinche, al nororiente de Quito,  sobre la base de malla y una estructura de hierro sin uso de sueldas.

“Creo que es una vitrina internacional para cualquier artista ecuatoriano. “Me sentí ajena y desconcertada en mipropia tierra y esto empezó a definir mi nueva obra”, dice Katya al referirse a su invitación para exhibir su creación a suelo brasileño.

La serie ‘Desde las entrañas’, que también  se puede apreciar en la página web http://katya-romero.com, da cuenta de las vivencias de Romero en una etapa consolidada y posterior a su regresado al Ecuador, tras veinte años de estadía en el exterior.

La artista, que se iniciara en las artes visuales en 1988, ha recibido premios y reconocimientos en Ecuador, Colombia y El Salvador.  Su obra ha sido presentada en decenas de exposiciones individuales y colectivas en Ecuador, Panamá, El Salvador, Guatemala, Estados Unidos, Canadá y Colombia. Además de constar sus trabajos en la Colección permanente del Museo de Arte Contemporáneo de Bogotá; en el  Ateneo Juan César García de la Habana; en la Colección permanente de la Galería Bernheim de Panamá; en la Colección Nacional de pintura y escultura de San Salvador; en la Colección permanente de la Fundación Rozas Botrán de Guatemala; entre otras.

La investigación en técnicas y géneros ha acompañado tanto su trabajo escultórico como pictórico, donde lo orgánico es un elemento esencial que le ha conducido a un arte introspectivo relacionado con los ambientes geográficos, humanos y artísticos que ha vivido. El referente de la tierra se convirtió en una propuesta estética y usa materiales como madera, cerámica, hierro o piedra.

“El arte es una catarsis para mí y creo que muchas cosas que he tenido por dentro lo he aflorado a través de diferentes series mías”, comenta la artista, quien también ha sentido gran atracción hacia el campo de la fotografía digital, con un estilo propio para sugerir y evocar emociones y detalles cotidianos.

En ese campo trabaja series digitales como Con la certeza de ser y, posteriormente, Féminas, trabajada en Colombia, donde predominan colores fuertes para resaltar no solo la figura de la mujer sino para revelar la situación de mujeres en riesgo.

Para el caso de la escultura en madera y piedra se mantiene la monocromía. En Botellas y cuencos, los utensilios de uso cotidiano pasan a ser experimentos de colores y formas variadas en fondos blancos, cuya idea es una fundición con los elementos de la naturaleza. Y las piezas escultóricas en piedra, en esta etapa, se refieren a la búsqueda del vacío en el vacío.

https://www.flickr.com/photos/culturaypatrimonioec/albums/72157663211829958

Perú

Sistema de Jueces de Agua de Corongo ya es Patrimonio Cultural de la Humanidad

Tradición ancashina fue reconocida durante la 12º reunión del Comité Intergubernamental de la Unesco, que se llevó a cabo en la Isla de Jeju, República de Corea.
La Organización de las Naciones Unidas para la Educación, la Ciencia y la Cultura (Unesco) decidió que elSistema Tradicional de Jueces de Agua de Corongo, importante tradición ancashina, reúne los requisitos para formar parte de la Lista Representativa del Patrimonio Cultural Inmaterial de la Humanidad.
La decisión fue tomada por el Comité Intergubernamental para la Salvaguardia del Patrimonio Cultural Inmaterial de la Unesco, en el marco de su 12º reunión realizada en la Isla de Jeju, República de Corea (Corea del Sur) y en la que participó una delegación peruana, conformada por el investigador de la Dirección de Patrimonio Inmaterial del Ministerio de Cultura, Miguel Ángel Hernández; el promotor de la Declaratoria y ciudadano de Corongo, Jorge Trevejo; y los Jueces de Agua de Corongo, Fernando Díaz y José Moreno.
El expediente técnico para lograr esta distinción fue presentado por el Ministerio de Cultura en el 2015, tras un trabajo en conjunto entre la Dirección de Patrimonio Inmaterial del sector y la comunidad ancashina de Corongo.
Previamente, en diciembre de 2013, el Sistema Tradicional de Jueces de Aguas de Corongo fue declarado como Patrimonio Cultural de la Nación.
Sobre el Sistema Tradicional de Jueces de Agua de Corongo
Forma parte de la historia de la región Áncash y es herencia del manejo ancestral de recursos adaptado al mundo moderno. Los Jueces de Agua lideran la fiesta de San Pedro de Corongo, patrón de la ciudad, lo que los convierte en eje fundamental de la espiritualidad de los coronguinos.
Los habitantes de Corongo son los principales portadores de esta expresión. El rol del Juez de Agua consiste en gestionar este elemento y organizar las principales festividades de Corongo. El sistema observa tres principios fundamentales: la solidaridad, la equidad y el respeto de la naturaleza.
Perú

No debería existir un país en América Latina que no priorice la lectura en su agenda política

Menciona Marianne Ponsford, directora del Centro Regional para el Fomento del Libro en América Latina y el Caribe, en un video publicado en la página de Facebook del evento al que asistió el ministro Salvador del Solar.

La directora de la entidad intergubernamental añade que la lectura “es la condición indispensable para el ejercicio de todos los demás derechos”. 

Por eso, con el objetivo de identificar las necesidades de los países miembros respecto a las metas en los ámbitos del libro y la lectura, las bibliotecas y el derecho de autor, el ministro de Cultura Salvador del Solar participa de la 55ª Reunión Ordinaria del Comité Ejecutivo y la 32ª Reunión Extraordinaria del Centro Regional para el Fomento del Libro en América Latina y el Caribe (CERLALC), que se realizan en la ciudad de Buenos Aires, Argentina. 

Acompañado del director del Libro y la Lectura Ezio Neyra, el encuentro entre el titular de Cultura junto a otros representantes de 21 países permitirá trazar una agenda común y establecer alianzas estratégicas que favorezcan el desarrollo de la cultura en la región. 

Desde el 2008, el Perú, a través del Ministerio de Cultura, es un país miembro de CERLALC.  Al ser país miembro, el Perú cuenta con la asesoría técnica en materia del libro y la lectura; la industria editorial; y el estímulo y protección de la creación intelectual. 

Se destaca la asesoría técnica brindada por CERLALC en la ejecución del “Proyecto Meta 27: Desarrollo de un Plan Municipal del Libro y la lectura 2016-2021 y su aprobación mediante ordenanza municipal”. 

Cabe mencionar que en el marco de la 55ª Reunión Ordinaria del Comité Ejecutivo y 32ª Reunión Extraordinaria del CERLALC, se presentará el resultado de la gestión del organismo en el año 2016 y propuestas para fortalecer las acciones del CERLALC en los países miembros. 

El ministro de Cultura de Chile, Ernesto Ottone, preside el Consejo y la ministra de Cultura y Juventud de Costa Rica, Sylvie Durán es quien preside el Comité Ejecutivo. Además, las reuniones contarán con la presencia del ministro de Cultura de Argentina Pablo Avelluto y de la ministra de Cultura de Colombia, Mariana Garcés.

Importante

“La asistencia técnica de CERLALC será fundamental para el diseño de la política del libro, la lectura y la escritura que el Ministerio de Cultura viene liderando”, afirmó Ezio Neyra, director del Libro y la Lectura.

El dato

El CERLALC es un organismo intergubernamental, bajo los auspicios de la UNESCO, que trabaja en la creación de condiciones para el desarrollo de sociedades lectoras: orienta sus acciones hacia el fomento de la producción y circulación del libro; la promoción de la lectura y la escritura, la formación de los actores de la cadena del libro y el estímulo y protección de la creación intelectual.

Conoce más aquí: https://www.facebook.com/cerlalc/videos/778731338953793/

Linares

Autoridades visitan tercera cosecha de cannabis medicinal de Fundación Daya destacando su potencial de desarrollo para Chile

 

FUENTE: https://mail.google.com/mail/u/5/#inbox/15b82abfbcdab3d0

Marcelo Ibáñez Campos
Comunicaciones Fundación Daya
+569 4514079

Con la presencia del gobernador de Linares, Pedro Fernández, el jefe de la División de Seguridad Pública de la Subsecretaría del Interior, Eduardo Vergara, y diversos representantes del O.S.7 y O.S.10 de Carabineros, además del Servicio Agrícola y Ganadero (SAG), se dio por concluido el proceso de cosecha del tercer cultivo de cannabis medicinal de Fundación Daya y DayaCann.

El cultivo, autorizado en 2016 y desarrollado en conjunto con el centro de investigación de origen australiano y estadounidense, Zelda Therapeutics, logró producir en media hectárea 350 kilos de materia vegetal, la que será destinada a diversos estudios clínicos que desarrollaran fitofármacos para el tratamiento de la dermatitis atópica, trastorno del sueño y manejo de dolor.

“Nos encontramos frente al resultado de un trabajo de coordinación entre diversos actores públicos y privados. Desde la División de Seguridad Pública hemos diseñado un protocolo regulatorio que ha generado los pasos necesarios para aprobar cultivos de cannabis con finalidades de investigación científica o producción farmacéutica, entre otros. Un marco regulatorio pionero en América Latina”, señaló en la ocasión Eduardo Vergara, jefe de la División de Seguridad Pública de la Subsecretaría, quien destacó su potencial para ser replicado en otros países de la región.

Luego de un recorrido por el cultivo, donde el  Director de Operaciones de Fundación Daya, Pablo Meléndez, explicó a los presentes los detalles de la cadena productiva desde la siembra del cannabis hasta el packing de la materia vegetal cosechada, las autoridades presentes coordinaron los detalles del proceso del traslado de la producción que tiene como destino Laboratorios Knop, quien procesará el material vegetal para destinarlos a los destudios clínicos ya señalados, así como para diversas investigaciones científicas en la Universidad Santo Tomás de Antofagasta y la primera transferencia tecnológica internacional con la Universidad Federal de Sao Paulo (Brasil).

“Con esta visita hemos podido conocer en terreno la seriedad del trabajo que se realiza, una labor que va a entregar alivio a mucha gente”, señaló durante la visita el gobernador de Linares, Pedro Fernández. “He quedado muy sorprendido de las medidas de seguridad e higiene, de lo completo y profesional del trabajo que acá se realiza. En su ignorancia, mucha gente podría imaginar que acá simplemente se cortan las ramitas para procesarlas. Me voy impresionado y muy contento de lo que conocimos en esta visita”.

Luego de conocer el proceso de secado de la actual cosecha y la cámara de plantas madres y esquejes del predio, donde se seleccionarán aquellos ejemplares que resulten ser más eficientes para los usos medicinales del cannabis, el jefe de la División de Seguridad Pública de la Subsecretaría del Interior, Eduardo Vergara señaló que: “La historia de Chile nos ha demostrados como el país ya ha sido pionero en la producción de ciertas materias primas e incluso en lo que respecta a investigación científica de clase mundial. Teniendo en cuenta nuestra historia, debemos mirar el futuro en busca de nuevas oportunidades que potencien las características naturales y el potencial productivo del país”.


Por su parte, el gobernador de Linares, Pedro Fernández, resumió la importancia de esta experiencia pionera en la región. “Este es el único lugar de Latinoamérica donde se desarrolla este tipo de cultivos, en consecuencia es súper importante. En la medida que se vaya aprendiendo de la experiencia, corrigiendo los protocolos y que esto crezca, se puede convertir en una fuente laboral tremenda, ya que acá todo se hace a mano”.

Con esta tercera cosecha, el trabajo de Fundación Daya continúa liderando en la región el desarrollo e investigación de fitofármacos en base a cannabis, abriendo la posibilidad de desarrollar un polo productivo que genere beneficios laborales para la comunidad y dé a los pacientes acceso de manera segura y económica a los fitofármacos que se encuentran en proceso de desarrollo.

Documentos

GABRIEL PARRA

Gabriel Parra

Por Marisol García

Baterista, productor, animador
Los Jaivas fueron, sin interrupciones, el único vehículo artístico en el que Gabriel Parra Pizarro dirigió su talento. Como muchos niños, sus primeras aproximaciones a la percusión se dieron entre ollas y cañerías de la casa familiar, en calle Montaña de Viña del Mar. Pero la decisión de convertir a ese ruido en profesión fue quedando clara entre sus cercanos desde su temprana adolescencia. Poco después de cumplir los quince años, Gabriel ideó junto a sus hermanos mayores, Eduardo y Claudio, una orquesta bailable que animara fiestas con estándares de bolero, chachachá y rumbas. La incorporación de Mario Mutis y Eduardo Alquintaconsolidó al grupo como The High Bass en el año 1963.

«Gabriel Parra Pizarro, jajajajá. Bueno, este cabro sí que es divertido. Tocaba trompeta y se le ocurrió que sabía tocar batería y los otros tontos le aguantaron».

La descripción, escrita por el propio Gabriel Parra, aparece en un diario de vida de 1963 citado en Los caminos que se abren, la biografía redactada hacia el año 2002 entre Los Jaivas y el periodista Freddy Stock. Efectivamente, no había hasta entonces en Gabriel Parra más formación musical que un impulso indomable por golpear platillos y bombos. Pero su convicción animaba también el engranaje humano de The High Bass, que tuvieron en él a un organizador entusiasta y hábil estratega. La primera presentación en Santiago, por ejemplo surgió por el permiso que Gabriel consiguió con la municipalidad de Providencia para que el grupo ocupara el escenario del Parque Bustamante durante el penúltimo día de 1969.

«Fue el primero de Los Jaivas en venirse a vivir a Santiago a conquistar la capital», recuerda el músico Freddy Anrique en un registro para el sitio jaivamigos.cl. «Nos hicimos muy amigos, y [yo] lo ayudaba a producir los conciertos acá, lo que significaba pegar afiches, recopilar equipos de amplificación prestados por otros amigos músicos. Siempre muy acelerete. Tenía que recordar mi tiempo de atleta de la UC para seguir su tren».

Con el tiempo, esa fuerza pasaría a formar parte sustancial del carisma de Los Jaivas en vivo. Entusiasta, histriónico, pero además elegante y de atractiva reciedumbre, Gabriel Parra era, para muchos, el imán ineludible de miradas sobre el escenario. Decenas de factores lo fortalecían como performer: su técnica veloz, su guía rítmica (protagónica en canciones como “Corre que te pillo” o “La quebrá del ají”), su diseño impresionante para una batería que, con los años, se convirtió en una máquina apabullante ajustada a sus pretensiones, y que combinaba las partes básicas del instrumento con añadidos como tumbadoras, tormento, maracas, bombo legüero, cencerro, tarka y campanas tubulares, entre otros recursos. Gabriel no concebía su función dentro del grupo como la de una mera base rítmica, sino como pilar del vuelo creativo y visual que quería que tuvieran Los Jaivas: podía tocar con los pies y, a la vez, soplar una trutruca, o salir a bailar adelante con una máscara de diablo de La Tirana. Ideas tomadas del folclor callejero (como los chinchineros) y el rock progresivo enriquecieron su espectáculo.

«Gabriel Parra, flaco, alto, con una pinta de Jesucristo indisimulada, hace de relacionador público del conjunto Los Jaivas. Llama la atención, entre otras cosas, por su vestimenta blanca. Se ve liviana, cómoda, limpia. Confiesa que está confeccionada por su compañera, la Quenita, y que está hecha de tela de saco harinero». La descripción del diario Clarín, para una nota de octubre de 1971, da pistas sobre el carisma personal del músico y también de su relación con Eugenia Correa, la compañera con la que tuvo en 1970 a su hija Juanita y con la cual se radicó en Argentina y luego Francia junto al resto de Los Jaivas poco después del Golpe de Estado.

El baterista participó siempre en la composición de canciones y, con el tiempo, se afianzó como intérprete de charango. Su voz se escucha como canto solista de al menos tres temas de Los Jaivas (“La vaquita”, “Desde un barrial” y “Final”, de Alturas de Machu Picchu) y en los parlamentos de “La verdad / Ahora soy una isla” y “Violeta ausente”, en el álbum tributo Obras de Violeta Parra (1984). Sus participaciones como sesionista fueron escasas, pero es suya la batería del tema “La compañera rescatable”, en el disco De aquí y allá (1971), de Isabel Parra.

Elogios en el extranjero
Su perfeccionismo escénico convirtió a Gabriel Parra con el tiempo en un cotizado productor escénico. Durante la residencia de Los Jaivas en Francia, y cuando la baja en el ritmo de conciertos enfrentó al grupo a algunos apremios económicos, el músico aceptó un puesto de chofer de una empresa de transporte de equipos desde donde pasó a hacerse cargo de las presentaciones de una cantante francesa como jefe de escenario, según se registra en Los caminos que se abren.

El músico se adaptaba bien a Europa, y su técnica cosechó elogios puntuales llamativos, como la crítica aparecida en el semanario inglés Music Week, luego de un show de Los Jaivas en Londres, en marzo de 1979: «Gabriel Parra es un baterista de clase mundial, siguiendo una línea melódica y manteniendo la métrica de cada interpretación cuando desarrolla un solo, o transformándose en un salvaje con espasmos fuera de tiempo».

Pese a ello, Parra asumió con entusiasmo la decisión de Los Jaivas por reinstalarse en Chile. Su gira nacional de regreso, entre marzo y abril de 1988, fue vista por el baterista como el preámbulo para una gira especial por Perú, donde Gabriel pensaba organizar un concierto único en Nazca, motivado por su interés personal por la cultura incaica. Luego de un último concierto en el actual Teatro Teletón, el 8 de abril, el músico tomó un avión a Lima para comenzar con la organización. La mañana del 15 de abril salió de su hotel en la capital y tomó la carretera Panamericana rumbo al sur, acompañado sólo de una productora peruana. Pasado el pueblo de Palpa, 380 kilómetros al sur de Lima, el automóvil chocó con un monolito justo en un ángulo conocido entre los locales como «la curva del diablo». Gabriel Parra falleció en minutos.

La despedida popular al músico se cuenta entre los encuentro multitudinarios presenciados alguna vez en la Quinta Región. Decenas de miles de personas salieron a la calle en Viña del Mar a recibir el féretro, y entraron luego junto al grupo al cementerio Santa Inés. Hoy Gabriel Parra descansa en el cementario Parque del Mar, cerca de Concón. El álbum Si tú no estás (1989) fue el tributo de sus compañeros a su memoria. Su hija, Juanita Parra, ocupa el puesto de baterista de Los Jaivas desde mediados de los años noventa.